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Brasil integra agência internacional das Energias Renováveis (08.08.2012)

(Fonte Portal Energia)

 


O Brasil deve integrar em breve a Agência Internacional de Energias Renováveis (IRENA), afirma o secretário executivo adjunto do Ministério de Minas e Energia, Francisco Romário Wojcicki.

A agência IRENA foi criada em 2009 e privilegia a energia eólica, fotovoltaica assim como outras fontes renováveis, facto que originou um distanciamento entre o Brasil e a agência IRENA.

“Vai haver mais uma rodada de discussões e o Brasil tende a se aproximar e a ingressar (na IRENA). As dificuldades estão sendo superadas passo a passo”, afirmou o secretário, que participou nesta terça-feira do 13º Encontro Internacional de Energia, organizado pela Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp).

O principal impasse entre a entidade e o governo brasileiro era referente à matriz hidroelétrica, não considerada limpa e renovável pela Agência Internacional de Energias Renováveis.

Ao aderir ao grupo, o Brasil passará a ter acesso a tecnologias e informações importantes do universo de fontes renováveis, segmento em que o País é uma das referências mundiais por sua matriz energética sustentada em recursos hídricos, geração relevante a partir de biocombustíveis e produção crescente de complexos eólicos, entre outras rotas sustentáveis de geração elétrica.

 

SOBRE A AGÊNCIA IRENA
IRENA procura tornar-se um impacto no mundo das energias renováveis através da sua posição clara e independente, fornecendo uma vasta gama de serviços de confiança que complementam outros já existentes actualmente na comunidade mundial de energias renováveis. Por outro lado a IRENA procura reunir o conhecimento existente e disperso no universo das energias renováveis em apenas um ponto central. IRENA foi fundada em 26 de janeiro de 2009 em Bonn, na Alemanha, por 75 Estados que assinaram os seus Estatutos. Em julho de 2012, a agência IRENA integra já 158 Estados e a União Europeia (UE), dos quais 100 Estados e a União Europeia ratificaram os Estatutos.

Mercado solar térmico brasileiro mantém perspectivas de crescimento em 2012 (17.07.2012)

(Fonte Revista Climatização)

O mercado brasileiro de energia solar térmica abrandou o ritmo de crescimento em 2011, mas conseguiu ultrapassar a marca de um milhão de m2 de nova área instalada, referem dados do Departamento Nacional de Aquecimento Solar (DASOL) da Associação Brasileira de Refrigeração, Ar Condicionado, Ventilação e Aquecimento (ABRAVA). Para este ano, as expectativas entre as empresas brasileiras são positivas, com 63% das empresas a esperarem um crescimento na ordem dos 15%.

Ao todo, foram instalados 1,029 milhões de m2 de colectores solares, mais 6,5% do que em 2010 (967 mil m2). Em termos de área instalada acumulada, em 2011, o Brasil atingiu os 7,31 milhões de m2.

De acordo com a mesma fonte, a desaceleração no ano passado deveu-se a dois factores: "a transição dos governos federal e estaduais (e as reformulações de suas políticas públicas) e o clima de expectativa e apreensão dos sectores produtivos diante da crise de outras economias mundiais".

O mercado brasileiro tem vindo a crescer continuamente desde 2006, com uma taxa média anual de 17,6%. Em 2009, esse crescimento foi de 18,9% e, em 2010, acentuou-se para os 21,1%.

 

Empresas portuguesas marcam presença na Enersolar + Brasil 2012 (09.07.2012)

(Fonte Revista Climatização)

 

Várias empresas portuguesas com soluções nas áreas da energia vão estar presentes na feira Enersolar + Brasil 2012, a primeira feira internacional no Brasil dedicada à indústria fotovoltaica, térmica e de energia solar (CSP) e que decorre entre os dias 11 e 13 de Julho em São Paulo. Desta forma, as empresas nacionais têm a oportunidade de apresentar e promover os seus produtos, serviços e soluções tecnológicas inovadoras, no âmbito das energias renováveis, eficiência energética, mobilidade eléctrica e redes inteligentes.

A iniciativa é promovida pela ADENE - Agência para a Energia e pelo EnergyIN - Pólo de Competitividade e Tecnologia da Energia, com o apoio da AICEP - Agência para o Investimento e Comércio Externo de Portugal, e o objectivo é a apresentação do projecto "Portugal: Innovating Energy Solutions" a parceiros internacionais.

Financiado pelo Compete QREN, o projecto pretende fomentar a internacionalização, criar novas oportunidades de negócio, incentivar a ligação às redes nacionais e internacionais e promover novas tecnologias e soluções inovadoras de energias.

Esta Missão ao Brasil pretende posicionar Portugal e as empresas portuguesas como fornecedores para o mercado da energia brasileiro, que tem vindo a registar um crescimento notável. Simultaneamente, é também um estímulo à presença activa no mercado global e à concretização dos objectivos estratégicos da economia portuguesa, como o aumento da exportação de produtos, soluções e serviços, o equilíbrio do défice da balança de transacções correntes do país e, ainda, a produção de riqueza e criação de emprego.

A Missão Empresarial ao Brasil terá também, como um dos pontos altos, o "Encontro Brasil-Portugal: Energia, Oportunidades e Desafios", que reúne várias entidades de relevo portuguesas e brasileiras, no dia 11 de Julho.

 

Energia solar já é economicamente viável para 15% dos lares brasileiros, diz EPE (03.07.2012)

(Fonte Portal Brasil)



Custo da geração nas residências é mais barato do que a energia vendida por dez distribuidoras no País.

Um estudo divulgado na terça-feira (3) pela Empresa de Pesquisa Energética (EPE), do Ministério de Minas e Energia, mostra que a produção residencial de energia solar, também chamada de geração distribuída, já é economicamente viável para 15% dos domicílios brasileiros. A produção de energia solar em grande escala, geração centralizada, no entanto, ainda é inviável, mesmo com incentivos governamentais.
De acordo com a pesquisa, o custo da geração nas residências brasileiras, a partir de um equipamento de pequena potência, é R$ 602 por megawatt-hora (MWh), mais barato do que a energia vendida por dez das mais de 60 distribuidoras de energia para os consumidores. O cálculo é feito com base no custo médio de instalação de um painel com a menor potência, R$ 38 mil.
Graças a novas resoluções da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), publicadas neste ano, os consumidores que instalem painéis solares em suas casas ou condomínios podem não apenas reduzir a quantidade de energia comprada das distribuidoras, como também vender o excedente da energia produzida para essas empresas.
Segundo o presidente da EPE, Maurício Tolmasquim, a energia solar pode se tornar competitiva para 98% dos consumidores, se o governo criar incentivos como o financiamento à compra dos painéis e conversores fotovoltaicos (equipamentos que transformam a luz do sol em energia elétrica), a isenção fiscal para a produção desses equipamentos no País e a redução do Imposto de Renda para os consumidores.
Por outro lado, o estudo mostra que a geração centralizada, isto é, produzida em larga escala por usinas comerciais, ainda não é viável economicamente, mesmo com incentivos, como a redução de impostos, que barateiem em 28% o preço de produção. Hoje, o custo gira em torno de R$ 405 por MWh, enquanto a média do preço de outras fontes de energia, nos últimos leilões do governo, foi R$ 150 por MWh.
Tolmasquim sugeriu que o país crie um leilão específico para esse tipo de energia, para que não haja disputa com fontes mais baratas, como a eólica, e para criar um mercado que estimula a produção de tecnologia e redução do custo. Há hoje no país apenas oito empreendimentos, que produzem apenas 1,5 megawatt (MW) de um total de 118 mil MW do Brasil.

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