Notícias Moçambique

Banner PortalSolar MOZ

Moçambique já tem fábrica de contadores de energia pré-paga (04.08.2012)

(Fonte Portal do Governo de Moçambique)

 

Uma fábrica de contadores de energia pré-paga, com capacidade para produzir 150 mil unidades por ano, entrou em funcionamento, Quinta-feira última, na cidade de Maputo, a capital moçambicana.

Os contadores serão fornecidos à empresa pública nacional de distribuição de Energia, a Electricidades de Moçambique (EDM). 
Com estas aquisições, a EDM vai reduzir o tempo que os clientes esperam para obter uma ligação, alegadamente por falta de contadores. 
Este problema deverá ser minimizado ou mesmo ultrapassado, o que a acontecer vai dignificar o facto de o país ser líder regional na expansão da rede eléctrica.
O empreendimento, que pertence a empresa Electro Sul, custou cerca de 200 mil dólares norte-americanos e dá emprego a cerca de 50 pessoas. 
Antes, a Electro Sul ocupava-se, basicamente, em desenhar e fazer instalações eléctricas, importar e comercializar vários artigos e equipamentos eléctricos.
A Electro Sul existe desde 1990 e iniciou as suas actividades a partir de uma oficina de bobinagem de equipamento eléctrico, em especial de motores e reparações eléctricas.

 

Moçambique inaugura laboratório de transformação de energia solar em eléctrica (24.07.2012)

(Fonte Canalmoz)

 

Moçambique conta a partir desta segunda-feira com um laboratório de energias renováveis, ou seja, de transformação de energia solar em eléctrica. Trata-se do primeiro empreendimento do género no país. Foi instalado com apoio financeiro da Cooperação Alemã em parceria com o governo Holandês, num valor de cerca de 50 mil euros.

Localizado concretamente no Instituto Industrial de Maputo, o laboratório servirá para a formação e treinamento de estudantes e técnicos de instituições públicas e privadas em matéria de reparação e instalação de equipamentos de produção de energias produzidas via sistemas foto voltaicos como: painéis solar.

Com capacidade para produzir 1400 kilowatts, o laboratório, de acordo com a representante da Embaixada de Alemanha em Moçambique, Silja Pieper, servirá ainda para a realização de pesquisa em matéria de produção de energias foto voltaicos e testagem de todos os equipamentos eléctricos que são importados no país.

 

É mais uma solução para potenciar a distribuição de energia eléctrica nas zonas rurais.

 

Para a vice-ministra da Educação, Leida Hugo, que representou o Governo moçambicano na cerimónia de inauguração do laboratório, o empreendimento representa mais uma solução para a distribuição de energia eléctrica nas zonas rurais, onde não há electricidade por não estarem ligadas à rede nacional eléctrica.

“Por outro lado, pretendemos com está iniciativa popularizar o uso de energias renováveis em Moçambique, uma vez que as mesmas são amigas do meio ambiente”, sublinhou a vice-ministra da Educação.

O laboratório do Instituto Industrial de Maputo, para além de servir de centro de referência em energia renovável, providenciando facilidades de treinamento para os estudantes, no âmbito da reforma do ensino técnico-profissional, funcionará como centro de recurso e pesquisa, também para o sector público e privado.

As energias renováveis são uma das prioridades no programa do Governo, pois, segundo a vice-ministra da Educação, elas são uma solução alternativa para os problemas da poluição ambiental e da falta da energia eléctrica no país, sobretudo nas zonas rurais, onde ainda se afigura longo o horizonte temporal para a ligação à rede eléctrica nacional.

“A durabilidade dos sistemas e equipamentos utilizados na obtenção de energias novas e renováveis depende da disponibilidade de técnicos capacitados na sua manutenção e reparação, o que levou os ministérios da Educação e da Energia a desenvolverem um laboratório para o efeito”, observou ainda a governante.

Refira-se ainda que para o funcionamento do laboratório, 12 técnicos moçambicanos foram formados na Alemanha para servirem de formadores e treinadores na formação de estudantes e outros técnicos nacionais.

Autor:Raimundo Moiane.

 

Aposta em energias renováveis pode ser alternativa em África, dizem especialistas (04.07.2012)

(Fonte DW)

 

Die Sonne geht am Samstag (29.08.2009) hinter einer Windkraftanlage in der Nähe von Kiel auf. Das Wetter wird am Samstag (29.8.2009) wechselhaft mit Gewittern und Temperaturen um 18 Grad. Foto: Angelika Warmuth dpa/lno +++(c) dpa - Report+++África está na rota do investimento em energia eólica e Moçambique e Angola estão a dar os primeiros passos nesse sentido. Este foi um dos assuntos em foco na Conferência Mundial de Energia Eólica, em Bona.
Os dados são recentes, mas deixam já antever um grande potencial de aproveitamento dos recursos renováveis em vários países africanos. Quem o diz é o director do Centro de Inovação e Tecnologia da IRENA, Agência Internacional de Energia Renovável. Dorf Gielen é apenas um dos muitos especialistas que estiveram em Bona durante esta semana, para participar na conferência organizada pela Associação Mundial de Energia Eólica e pela sua congénere alemã.
40 sessões, 200 apresentações e especialistas de 50 países centraram-se durante 3 dias na utilização da energia eólica. A certeza, entre organizadores e participantes, é de que está a acontecer uma transformação no sistema de energia, a nível mundial.
Na terca-feira, à margem da abertura do evento, o director do Centro de Inovação e Tecnologia da IRENA falou à DW sobre Moçambique e Angola: dois dos países africanos que apresentam condições para apostar em energias limpas.

O mapeamento das potencialidades do território moçambicano para aposta em energia eólica revelou-se positivo.
Em Angola e Moçambique dão-se os primeiros passos
De acordo com Dorf Gielen, a agência terminou recentemente “um estudo sobre a capacidade de Mocambique aproveitar os seus recursos renováveis”, tendo descoberto que “o país está agora a começar a mapear o seu potencial de recursos eólicos”. O relatório revela que determinadas áreas de Moçambique apresentam um “potencial interessante”, nas palavras do responsável.

Dorf Gielen considera ainda que “tanto Moçambique como Angola foram abençoados com um enorme potencial de energia hidroeléctrica, que é uma energia muito barata”. E acrescenta: “Deve dar-se prioridade à promoção de grandes projectos deste tipo de energia e isso pode ser depois complementado com a eólica, biomassa, ou até mesmo energia geotérmica, no caso de Moçambique.”
Energia renovável é opção em África mas encontra dificuldades.
Este ano, a conferência mundial de energia eólica foi dedicada ao poder das comunidades. Os recursos renováveis, na opinião de Dorf Gielen, representam mesmo uma alternativa única num continente onde nem toda a população tem acesso a energia: “O que acontece, por exemplo, em África, é que as infra estruturas centralizadas e os governos não são capazes de fornecer energia suficiente às comunidades locais. E a energia renovável, com os seus projectos relativamente pequenos, oferece, por isso, uma oportunidade especial de levar energia a estas comunidades”, explica o especialista.

###Die redaktionelle Verwendung der Bilder ist kostenfrei. Bitte beachten Sie die Copyright-Hinweise und senden Sie einen Beleg und eine Benachrichtigung an press(at)repower.de. ####WindprojektGoodnoe HillsUSAREpower MM92(Foto: Dennis Schwartz)<a href=Uma oportunidade que, ainda assim, encontra alguns obstáculos pelo caminho: “Por exemplo, no Quênia, há já algum tempo, estão a tentar construir um grande parque eólico. E os desafios, aí, estão muito relacionados com as infra estruturas”, exemplifica, acrescentando que “não há estradas para levar as turbinas eólicas para as zonas com as melhores condições de vento e não há ligação à rede”.

Dorf Gielen questiona-se: “quem é que vai pagar estas infra estruturas, que aumentam consideravelmente o custo total do projecto?”

No caso dos países africanos que estão a procurar apostar na energia renovável, de acordo com o director do Centro de Inovação e Tecnologia da IRENA, o apoio internacional é necessário, mas não deve ser exclusivo: “As opiniões dividem-se quanto a um modelo de desenvolvimento puramente baseado em ajuda externa. A grande prioridade deve ser criar as políticas certas. Os investimentos e o conhecimento seguir-se-ão”. Ainda assim, diz o especialista, “claro que a cooperação internacional pode ajudar a acelerar este processo e estamos a tentar envolver-nos nisso”.

Autora: Maria João Pinto
Edição: António Rocha

Portugal e Moçambique juntos em plano de desenvolvimento energético (28.05.2012)

 (Fonte Revista Climatização)

 

Na sequência da visita recente de uma delegação portuguesa e do secretário de Estado da Energia, Artur Trindade, a Moçambique, os dois países assinaram acordos para avançar de imediato com um plano de acção para fomentar o desenvolvimento das áreas da eficiência energética, energias renováveis e infra-estruturas energéticas.

O plano de actividades decorrerá em 2012/2013 e inclui programas de estágios e formação técnica entre entidades do sector público na implementação da política energética, em particular nas áreas de planeamento, electricidade e gás natural, assim como a troca de conhecimentos e experiências no âmbito da regulação económica dos mercados e sistemas tarifários. Numa primeira fase, a parceria contará com um programa de estágios e formação, que visa a capacitação técnica de recursos humanos (assegurado pela parte portuguesa); um programa de intercâmbio de recursos humanos; o apoio de Portugal ao projecto 'Solar Térmico - Moçambique' e ao desenvolvimento da gestão de energia e da eficiência energética em edifícios, designadamente através da disponibilização do simulador de eficiência energética 'casA+ Moçambique' e do apoio técnico à criação do sistema de certificação energética de edifícios. Portugal comprometeu-se ainda a apoiar o 'Programa de Eficiência Energética' em curso em Moçambique, através do 'Programa de Fornecimento de Lâmpadas Eficientes 2012-2014'.

O ministro da Energia moçambicano, Salvador Namburete, mostrou-se satisfeito com esta cooperação, referindo que "regista positivamente o crescente empenho e interesse do empresariado dos dois países na busca do conhecimento mais amplo e circunstanciado sobre as potencialidades e oportunidades de investimento e negócios que Moçambique oferece, não só no domínio energético como também noutros ramos de actividade económica, com destaque para o turismo, agricultura e indústria". Por seu lado, o responsável português afirmou que está a ser dado seguimento "ao compromisso assumido pelo primeiro-ministro português na sua recente visita a Moçambique em termos de cooperação empresarial no sector da Energia. Esta é uma prioridade e o Ministério da Economia e Emprego tudo fará para promover uma cooperação activa e participativa".

 

Missão Empresarial a Moçambique (08.03.2012)

(Fonte Revista Climatização)

 

No âmbito do projecto Portugal - Innovating Energy Solutions está aberto o período de candidaturas à Missão Empresarial a Moçambique, podendo as empresas fazer já a sua inscrição.

Todas as empresas da área das novas energias e eficiência energética poderão inscrever-se em www.portugalenergysolutions.com. O projecto de internacionalização da ADENE - agência para a Energia visa promover as novas tecnologias e soluções de energias geradoras de oportunidades de exportação tecnológica de Pequenas e Médias Empresas com potencial neste mercado.

 

Moçambique quer privados a investir nas energias renováveis (23-05-2011)

(Fonte Portal das Energias Renováveis)

 

Entre 2004 e 2009, o número de moçambicanos com energia eléctrica "subiu de sete para 29%, mas ainda estamos na situação em que aqueles que não têm acesso à energia serem mais que os que têm", disse à Lusa o ministro da Energia de Moçambique, Salvador Namburete.

Na terça-feira, o Conselho de Ministros de Moçambique aprovou a estratégia de desenvolvimento de energias novas e renováveis para os próximos 15 anos, que define normas de utilização de energias limpas no país.

O plano admite que operadores privados explorem também a energia solar, eólica, hidráulica maremotriz (nos mares e oceanos), explicou hoje à Lusa o director de biocombustíveis do Ministério de Energia de Moçambique, António Saíde.

"Estamos a olhar para as possibilidades de desenvolvimento tecnológico em Moçambique, o capital humano e a questão da procura", pelo que "queremos envolver diferentes componentes da sociedade, queremos ver um sector privado que actua como máquina motora, criar um sector privado actuante para criar o negócio", onde "o papel do Estado será de facilitador", disse António Saíde.

Em Moçambique, os operadores privados, incluindo os de capitais portugueses, já estão a explorar algumas formas de energias limpas, mas "o governo ainda não está a beneficiar com isso, porque os projectos têm que ter um certo nível de maturação para poder gerar rendimentos", reconheceu ontem à Lusa o ministro moçambicano da Energia.

"Queremos que o sistema seja integrado para que possamos abranger maior número de compatriotas", até porque "somente 29% da população tem acesso à energia", daí que "é preciso andar cada mais depressa", disse Salvado.

A Estratégia de desenvolvimento de energias novas e renováveis, de 15 anos, será revista de cinco em cinco anos, visando adequá-la aos progressivos avanços tecnológicos, princípios e metas definidos em cada fase da implementação.

 

end faq

 

  • son

  • 2

  • 5

  • 6

  • 7

  • 9

  • 10

  • 11

  • 12

  • 13

  • 14

  • 15

  • 16

  • 17

  • 18

  • 19

  • 19

  • 19 

  • 19  

  • 19

  • 19   

  • 19    

  • 19   

  • 19    

  • 19   

  • 19    

  • 19     

  • 19     

  • 19    

  • 19   

  • 19 

  • 19