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Governo Angolano destaca investimentos em energia solar (07.09.2012)

(Fonte: Centro de Documentação e Informação - CDI - MINEA)

 

O ministro da João Baptista Borges falou em Hamburgo – Alemanha dos planos do Executivo angolano para as regiões rurais com baixa concentração demográfica.
Segundo o titular da pasta da Energia e Águas, falava no VI Fórum Germano- Africano de Energia, que decorreu de 22 à 25, para colocar os 130 projectos em prática e garantir o acesso da população a este tipo de energia, seria necessário criar formas de incentivo aos usuários, tendo em conta que a população a ser beneficiada é do ponto de vista económico é o mais desfavorecida.
Além de participar dos painéis, a delegação angolana reuniu com empresários, políticos alemães e o comissário da União Europeia para a Energia, Gunther Oettinger, que segundo o ministro, “ disponibilizou as competências da EU para nos ajudar a estruturar os sectores de água e energia, como também a criar modelos regulatórios consentâneos com os nossos objectivos”, adiantou João Baptista Borges.


Fonte:Centro de Documentação e Informação - CDI - MINEA

 

Luanda ganha primeiro largo iluminado à energia solar (10.08.2012)

(Fonte: ANGOP)

Luanda – O largo do cine São João, localizado no bairro Popular, vai ser o primeiro a ser beneficiado com iluminação pública alimentada por energia solar, soube hoje (sexta-feira) a Angop de fonte oficial.
Segundo uma nota de imprensa do Projecto Vias de Luanda, a tecnologia assegura a iluminação através de painéis fotovoltáicos de 90 watts, localizados no topo das colunas, permitindo a captação e transformação dos raios do sol em energia eléctrica, que é armazenada em baterias e, ao anoitecer, alimenta as placas com grupos de emissores de luz de 150 e 70 Watts.
Ao todo 24 colunas foram instaladas, sendo 16 de sete metros de altura, com luminosidade de 150 watts, em torno da quadra polidesportiva e para a iluminação da rua.
As outras oito colunas possuem cinco metros de altura, com luminosidade de 70 watts, e iluminam a área central do largo. As colunas foram instaladas no mês de Abril e estão em funcionamento experimental desde então.
A nota cita ainda que a revitalização do largo Cine São João foi concluída no mês de Junho, no entanto as obras prosseguem nas pistas de rodagem e os passeios laterais junto às residências, com conclusão prevista para o corrente mês.
As benfeitorias construídas no largo (quadra polidesportiva, parque infantil, ginásio aberto e área de convivência), além de melhorar a qualidade de vida dos moradores, trazem uma nova opção de lazer às crianças da Escola de Ensino Primário Santana, vizinha ao sítio.
Enquadrada no âmbito do Projecto de Revitalização de Eixos Viários, a revitalização dos largos é uma iniciativa do Governo Provincial de Luanda.

 

Energia solar em Santo Antão (06.08.2012)

(Fonte: Jornal de Angola)

 

O sistema de produção e distribuição de energia solar em Monte Trigo, na ilha de Santo Antão, que contou com um financiamento da União Europeia, vai ser inaugurado no próximo dia 13, informou a agência noticiosa cabo-verdiana Inforpress.A inauguração dessa central, que funciona em regime experimental desde Fevereiro do ano em curso, acontece no mesmo dia em que será lançada a primeira pedra para o projecto de interligação energética para o Tarrafal, zona vizinha de Monte Trigo, igualmente financiado pela União Europeia.

A União Europeia contribuiu com um montante elevado para estes dois projectos de energia solar. Monte Trigo, com 300 habitantes, converteu-se, em Fevereiro passado, na primeira localidade de Cabo Verde a ter um sistema de geração de energia eléctrica autónomo, sendo o fornecimento feito, até então, através de uma micro-central equipada com um gerador a gasóleo, que funcionava cinco horas por dia.

O projecto, cuja execução é coordenada pela empresa Águas de Ponta Preta, contou com a participação da Águas do Porto Novo, do Instituto Superior Técnico (Portugal), da Trama Tecno Ambiental (Espanha), da Erhtec (Espanha) e da Transenergie (França).

 

Aposta em energias renováveis pode ser alternativa em África, dizem especialistas (04.07.2012)

(Fonte: DW)

 

Die Sonne geht am Samstag (29.08.2009) hinter einer Windkraftanlage in der Nähe von Kiel auf. Das Wetter wird am Samstag (29.8.2009) wechselhaft mit Gewittern und Temperaturen um 18 Grad. Foto: Angelika Warmuth dpa/lno +++(c) dpa - Report+++África está na rota do investimento em energia eólica e Moçambique e Angola estão a dar os primeiros passos nesse sentido. Este foi um dos assuntos em foco na Conferência Mundial de Energia Eólica, em Bona.
Os dados são recentes, mas deixam já antever um grande potencial de aproveitamento dos recursos renováveis em vários países africanos. Quem o diz é o director do Centro de Inovação e Tecnologia da IRENA, Agência Internacional de Energia Renovável. Dorf Gielen é apenas um dos muitos especialistas que estiveram em Bona durante esta semana, para participar na conferência organizada pela Associação Mundial de Energia Eólica e pela sua congénere alemã.
40 sessões, 200 apresentações e especialistas de 50 países centraram-se durante 3 dias na utilização da energia eólica. A certeza, entre organizadores e participantes, é de que está a acontecer uma transformação no sistema de energia, a nível mundial.
Na terca-feira, à margem da abertura do evento, o director do Centro de Inovação e Tecnologia da IRENA falou à DW sobre Moçambique e Angola: dois dos países africanos que apresentam condições para apostar em energias limpas.

O mapeamento das potencialidades do território moçambicano para aposta em energia eólica revelou-se positivo.
Em Angola e Moçambique dão-se os primeiros passos
De acordo com Dorf Gielen, a agência terminou recentemente “um estudo sobre a capacidade de Mocambique aproveitar os seus recursos renováveis”, tendo descoberto que “o país está agora a começar a mapear o seu potencial de recursos eólicos”. O relatório revela que determinadas áreas de Moçambique apresentam um “potencial interessante”, nas palavras do responsável.

Dorf Gielen considera ainda que “tanto Moçambique como Angola foram abençoados com um enorme potencial de energia hidroeléctrica, que é uma energia muito barata”. E acrescenta: “Deve dar-se prioridade à promoção de grandes projectos deste tipo de energia e isso pode ser depois complementado com a eólica, biomassa, ou até mesmo energia geotérmica, no caso de Moçambique.”
Energia renovável é opção em África mas encontra dificuldades.
Este ano, a conferência mundial de energia eólica foi dedicada ao poder das comunidades. Os recursos renováveis, na opinião de Dorf Gielen, representam mesmo uma alternativa única num continente onde nem toda a população tem acesso a energia: “O que acontece, por exemplo, em África, é que as infra estruturas centralizadas e os governos não são capazes de fornecer energia suficiente às comunidades locais. E a energia renovável, com os seus projectos relativamente pequenos, oferece, por isso, uma oportunidade especial de levar energia a estas comunidades”, explica o especialista.

###Die redaktionelle Verwendung der Bilder ist kostenfrei. Bitte beachten Sie die Copyright-Hinweise und senden Sie einen Beleg und eine Benachrichtigung an press(at)repower.de. ####WindprojektGoodnoe HillsUSAREpower MM92(Foto: Dennis Schwartz)<a href=Uma oportunidade que, ainda assim, encontra alguns obstáculos pelo caminho: “Por exemplo, no Quênia, há já algum tempo, estão a tentar construir um grande parque eólico. E os desafios, aí, estão muito relacionados com as infra estruturas”, exemplifica, acrescentando que “não há estradas para levar as turbinas eólicas para as zonas com as melhores condições de vento e não há ligação à rede”.

Dorf Gielen questiona-se: “quem é que vai pagar estas infra estruturas, que aumentam consideravelmente o custo total do projecto?”

No caso dos países africanos que estão a procurar apostar na energia renovável, de acordo com o director do Centro de Inovação e Tecnologia da IRENA, o apoio internacional é necessário, mas não deve ser exclusivo: “As opiniões dividem-se quanto a um modelo de desenvolvimento puramente baseado em ajuda externa. A grande prioridade deve ser criar as políticas certas. Os investimentos e o conhecimento seguir-se-ão”. Ainda assim, diz o especialista, “claro que a cooperação internacional pode ajudar a acelerar este processo e estamos a tentar envolver-nos nisso”.

Autora: Maria João Pinto
Edição: António Rocha

 

Executivo faz aposta nas energias renováveis (01.06.2012)

(Fonte: Jornal de Angola)

O ministro da Energia e Águas disse no Lubango que os grandes investimentos em curso no sector vão resultar, até ao final da década, num aumento significativo da oferta energética e permitir ultrapassar os valores per capita em África.
João Baptista Borges, que discursou na sexta-feira no encerramento do segundo conselho Consultivo do Ministério da Energia e Águas, disse que, com a incorporação das mini-hídricas, das energias renováveis não convencionais e do gás natural, Angola deve tornar-se num dos poucos países do mundo com uma matriz energética com cerca de 85 por cento das suas necessidades satisfeitas através de fontes limpas.
O ministro salientou que são notórios os esforços que o Executivo desenvolve, liderado pelo Presidente José Eduardo dos Santos, no sentido de aumentar quantitativa e qualitativamente a oferta de água e energia à população em todas as províncias, evidenciados nos relatórios de balanço apresentados pelos representantes da cada uma das províncias.
Na sua intervenção, alertou ainda os responsáveis da Energia e Águas para os grandes desafios que o sector tem pela frente e pediu que se eleve a “prestação colectiva, a entrega, dedicação ao serviço público e competência profissional, solidificados numa consistente arrumação institucional do sector, que valorize os importantes investimentos em curso e assegure a auto-sustentabilidade do sector”.

 

 

Concursos públicos

João Baptista Borges referiu que está em preparação o lançamento do concurso para a construção do aproveitamento hidrográfico de Caculo Cabaça, com 2.100 megawatts, e a reabilitação do aproveitamento hidrográfico de Luachimo, com 32 megawatts, na Lunda-Norte, além da construção dos projectos de Chiumbe Dala, com 12 megawatts, na Lunda-Sul, com ligação ao Luena, dos sistemas de transporte de alta tensão associados à central do Soyo, Cambambe II e Lauca.
Sublinhou, também, a conclusão no próximo mês dos trabalhos de construção da central hidroeléctrica do Gove, com ligação ao Huambo, Caala e Cuito, e a reabilitação das redes de distribuição em várias capitais de província.
João Baptista Borges acrescentou que, em cumprimento do programa estabelecido para 2010/2016, está em curso a reabilitação dos aproveitamentos hidrográficos de Cambambe e Matala, e a construção central do Soyo. Recentemente, foi dado início aos trabalhos de desvio do rio para a construção do empreendimento de Laúca, que vai ter cinco mil megawatts de capacidade instalada até 2017.
“Considerando igualmente a instalação de 500 megawatts de capacidade térmica a ser operacionalizada até Dezembro, em várias provinciais, o nível de produção e distribuição deste bem vai ser melhor”, assegurou. O ministro informou que a execução do plano de acção de incremento da segurança energética e o reforço do papel e actuação do sector empresarial público, em prol da melhoria da prestação do serviço público, é também uma vertente importante para o crescimento do sector.
Na área do abastecimento de água, falou da reabilitação e reforço dos sistemas de captação, tratamento e distribuição em todas as capitais de província que, em seu entender, está a resultar numa ampliação da capacidade de abastecimento, contribuindo para a melhoria da qualidade de vida da população. Além disso, referiu o programa Água Para Todos, cuja execução já abrangeu 48,5 por cento da população rural (3,7 milhões de pessoas) e pode chegar, até ao fim deste ano, a 60 por cento.
Na área da produção, transporte e distribuição da energia eléctrica, sublinhou a conclusão dos projectos de aumento da capacidade de produção em Cabinda, Lunda-Sul e Cuito. Salientou, ainda, que está em preparação o Plano Nacional de Águas, que vai permitir ao Executivo fixar importantes metas e optimizar a exploração dos recursos hídricos nacionais em prol do desenvolvimento. O ministro exprimiu a sua convicção de que “a reforma só tem sucesso se cada um, enquanto agente público, conhecer os objectivos a atingir e entender que a reforma é o corolário da actuação diária, na busca incessante pela melhoria de tudo o que fazemos”.
João Baptista Borges reiterou o apelo a todos os responsáveis para a valorização do lado económico da actividade que desenvolvem, assegurando receitas e traduzindo a justa compensação pelo serviço efectuado. As receitas, disse, se bem geridas, permitem assegurar a manutenção dos sistemas de água e energia eléctrica e remunerar condignamente os colaboradores. O ministro está convencido de que, com tenacidade e entrega, esforço colectivo, diálogo franco e aberto, é possível, no próximo ano, fazer um balanço positivo das acções.

 

Energia Solar em áreas rurais (30.04.2012)

(Fonte: Jornal de Angola)

O ministro angolano da Energia e Águas, João Baptista Borges, disse em Hamburgo, na Alemanha, que o Executivo pretende investir em cerca de 130 projectos para a instalação de energia solar nas escolas, centros de saúde e outros estabelecimentos públicos.
O titular da pasta da Energia e Águas, que falava no 6º Fórum Germano-Africano de Energia, que decorreu de 22 a 25 na Alemanha, destacou os planos do Executivo angolano para as regiões rurais com baixa concentração demográfica, onde, para suprir as carências da população, pretende investir em cerca de 130 projectos de energia solar dirigidos a necessidades específicas.
Para colocar esses projectos em prática e garantir o acesso da população a este tipo de energia, seria necessário criar formas de incentivo aos utilizadores. O ministro considera que isso pode ser feito através de “facilidades fiscais” para os fornecedores de equipamentos, na aprovação e acompanhamento de um plano nacional de electrificação rural com metas bem definidas e financiamento.
A delegação angolana reuniu com empresários, políticos alemães e o comissário da União Europeia (UE) para a Energia, Günther Oettinger, que “disponibilizou as competências da UE para nos ajudar a estruturar os sectores de água e electricidade, e também criar modelos consentâneos com os nossos objectivos”, disse o ministro.
Noutro encontro bilateral, o secretário de Estado alemão da Economia, Stefan Kafaferer, “mostrou interesse em aumentar a participação dos empresários alemães nos projectos ligados à água e energia”, anunciou o ministro angolano.
João Baptista Borges, que esteve com o vice-ministro angolano dos Petróleos na Câmara de Comércio de Hamburgo, mostrou-se entusiasmado com as possibilidades de cooperação com essas entidades e de reforço dos laços já existentes com outras instituições que estiveram no fórum.
Por ocasião da visita da chefe do governo alemã, Angela Merkel, a Angola, em Julho do ano passado, o Presidente José Eduardo dos Santos apontou a energia hidráulica como um dos sectores prioritários na cooperação com a Alemanha, tendo manifestado a intenção do país em equipar as centrais hidroeléctricas de Cambambe II, Laúca e Caculo Cabaça com tecnologia germânica.

Exploração petrolífera

O vice-ministro dos Petróleos, Aníbal da Silva, afirmou durante o VI Fórum Germano-Africano de Energia, que decorreu entre os dias 22 e 25 de Abril em Hamburgo, Alemanha, que Angola, apesar de ter uma capacidade produtiva acima de 1,9 milhões de barris por dia, produz apenas 1,7 milhões, tendo em conta as regras definidas pela Organização dos Países Exportadores de Petróleo (OPEP).
Aníbal da Silva, que falava em representação do ministro Botelho de Vasconcelos no painel “O petróleo em África – visão periférica”, sublinhou que a indústria petrolífera em Angola registou uma dinâmica sem precedentes na costa ocidental de África, tornando-se numa referência mundial no desenvolvimento e produção de campos de petróleo em águas profundas.
O vice-ministro prestou uma informação sobre a história da produção petrolífera em Angola, desde o início dos trabalhos de prospecção, passando pelo início da exploração pela Petrangol, a criação da Sonangol e a publicação da Lei 13/78, que marcou a reorganização do sector e estabelece a Sonangol como concessionária exclusiva da indústria petrolífera em Angola.O dirigente falou dos maiores projectos em curso no sector dos petróleos no país, como o Sanha (Bloco 0), o BBLT (Bloco 14), o Kizomba A e B (Bloco 15), Dália & Rosa (Bloco 17), Paz Flor (Bloco 17) e o Polo PSVM (Bloco 31), bem como o projecto das novas refinarias do Lobito e do Soyo, o Sonagás-Angola LNG e as fontes renováveis de energia – biocombustíveis.
Aníbal Silva referiu-se ainda à forma como podem ser criadas associações para intervir no sector dos petróleos em Angola, fazendo referência às leis que regulam a actividade petrolífera, como a Lei 10/04, a 11/04, sobre o Regime Aduaneiro Aplicável ao Sector e a 13/04, das Taxas nas Actividades Petrolíferas.
O director de Intercâmbio Internacional, Estêvão Pedro, a directora de Gabinete do vice-ministro, Aurora Abrigada, e os chefes de Departamento Delfino Marcelino e Inês Baptista acompanharam o vice-ministro. O Fórum Germano-Africano de Energia é patrocinado pelo Ministério alemão de Economia e Tecnologia, que tem como parceiros o Ministério dos Negócios Estrangeiros, a Associação de Produtores Africanos de Petróleo (APPA), a União Árabe de Energia Eléctrica (AUE), a Câmara de Comércio de Hamburgo, a Feira de Hannover e a União dos Produtores, Transportadores e Distribuidores de Energia Eléctrica em África (UPDEA).
O VI Fórum Germano-Africano de Energia debateu a energia solar, eólica, biocombustíveis, gás e petróleo. Cerca de 300 especialistas, empresários e entidades governamentais, a maioria africanos e alemães, participaram no evento, que culminou com uma visita à Feira de Hannover, a 151 quilómetros de Hamburgo.
Hannover realiza as feiras líderes mundiais para a indústria de investimentos de bens de capital e serviços. A qualidade da estrutura de exposição, tecnologia, infra-estrutura e tamanho do recinto das feiras de Hannover destacam-nas dos outros pavilhões de feiras. 
As feiras de Hannover, a 289 quilómetros a ocidente de Berlim, capital federal, são promovidas pela Deutsche Messe AG, das maiores promotoras de feiras do mundo. Com uma vasta programação e 2.517.000 m² de área de exposições brutas e 1.521.400 m² de área de exposições líquidas, contabiliza anualmente 53 feiras comerciais, mais de 27.500 expositores e 2.051.300 de visitantes. 
Este ano, está em destaque o tema Energy Efficiency. Na área de exposição, a importância do sector Energy Efficiency para o comércio e indústria para redução de custos e mudança climática é clara e demonstra a possibilidade e a viabilidade económica de projectos de Energy Efficiency.

Energia solar nas prioridades do Executivo (Governo) (13.02.2012)

(Fonte: Portal Oficial do Governo de Angola)

Apostando nas energias renováveis é mais do que uma necessidade energética com que se depara o Executivo de Angola, na medida em que essa fonte de energia permite, a médio e longo prazo equilibrar o balanço energético do pais tornando a electricidade acessível a todo cidadão no quadro de um desenvolvimento económico sustentável.

A directora nacional de Energia e Águas, Sandra Cristóvão, explicou durante o workshop sobre as “Tecnologias Ambientais", realizada na passada sexta-feira, 27, em alusão ao dia nacional do Ambiente, que na sua instituição existe uma plataforma avançada sobre o estudo de sistemas solares.
A responsável do Ministério da Energia e Águas referiu que a sua instituição planificou para o cumprimento do seu programa a criação de um centro de energias renováveis e instalar 142 sistemas solares foto voltaicos isolados, num total de 534,6 kilowatts. Consta ainda do referido plano a instalação de 230 postes de iluminação em 30 localidades rurais já identificadas pelo seu pelouro. Os sistemas solares foto-voltaicos serão instalados em 36 escolas, 29 postos médicos, 9 postos policiais, 10 jangos comunitários e 48 residências administrativas. Sandra Cristóvão esclarece que “ o custo maior impede a maximização de energia solar, por isso a prioridade é para aquelas localidades aonde não existe energia eléctrica “.
Com esta aposta, de acordo com a directora de Energia e Águas, o sector quer contribuir para a melhoria de condições de educação e saúde das populações, considerando 2012 o ano internacional de energia sustentável para todos. Ao dissertar sobre o tema “Energias Renováveis”, a funcionária sénior especificou que já usufruem da energia solar as províncias do Uíge, Luanda e Huíla, enquanto o Kuando Kubango, Malange e Bié possuem apenas os sistemas de fornecimento, mas ainda não se beneficiam deste bem.
O workshop sobre “Tecnologias Ambientais” decorreu no departamento de Arquitectura da Faculdade de Engenharia, em Luanda e contou com a presença de dezenas de professores universitários, estudantes, empresários e outros interessados na troca de experiência. Foram analisadas no evento questões relacionadas com as energias renováveis, novas tecnologias na prevenção de incêndios, recolha e reciclagem de fluidos nos sectores de refrigeração e ar condicionado e o regulamento das substâncias que empobrecem a Camada de Ozono.
Fonte: Centro de Documentação e Informação - CDI - MINEA

 

A nova fonte de Angola (13.12.2011)

(Fonte: Domtotal e EcoDesenvolvimento)

Ministério aposta Sistemas Solares Fotovoltáicos Isolados como solução mais adequada (Foto: Divulgação)
Embora seja a segunda maior produtora de petróleo do continente africano (só perde para a Nigéria), Angola tem como um dos maiores desafios para suportar o seu crescimento econômico fazer chegar eletricidade em todo o território nacional. Segundo dados da Direção Nacional de Energias Renováveis ligada ao Ministério de Energia e Águas, apenas 30% da população tem acesso à rede elétrica, dos quais 70% se encontra na capital.

Na tentativa de minimizar as carências em localidades mais remotas do país, com fontes limpas em substituição aos geradores movidos a diesel, o Ministério aposta na energia solar como solução mais adequada, por ser eficaz e exigir fácil manutenção.

Dentre algumas iniciativas empreendidas ao longo de dois anos destaca-se o projeto de Sistemas Solares Fotovoltáicos Isolados que promete dotar as infraestruturas sociais das comunidades rurais, como escolas, creches, centros de saúde e até mesmo igrejas com painéis solares independentes capazes de gerar uma potência máxima de 5KW/p.

A primeira etapa do projeto contou com um investimento inicial de US$ 3 milhões para a aquisição e instalação de 63 sistemas isolados.

Os painéis já estão em fase de instalação e começaram a ser colocados nas províncias de Malange, Bié, Moxico e Kuango Kubango. A segunda etapa ainda terá propostas analisadas, mas prevê 244 novos sistemas para as províncias de Luanda, Bengo, Bié, Cunene, Huambo, Huíla, Lunda Norte, Luanda Sul, Moxico, Uíge, Zaire e Cuando-Cubango, ou seja, cobrirá 12 das 18 províncias do país.

O projeto irá gerar dois postos de trabalho por província e ainda permitirá a transferência de conhecimento relativa à montagem dos painéis e manutenção dos equipamentos pelos próprios membros das comunidades.

Para a Direção Nacional de Energias Renováveis, a única desvantagem da tecnologia está no montante inicial a ser investido. “O custo de arranque é alto para a aquisição dos painéis e baterias, em compensação, quando comparado aos geradores ela compensa, visto que os gastos com manutenção são mínimos. As baterias têm cinco anos de vida útil enquanto os painéis possuem 20 anos”, comenta Landa João, coordenador do projeto no Ministério.

Outra iniciativa que complementa os esforços do Governo está na área científica e no controle das tecnologias solares implantadas. A Casa-Laboratório consiste em investigar e fiscalizar, em tempo real, as variáveis ambientais e elétricas associadas à produção e utilização eficiente da energia fotovoltáica. O ´Casol´, como é conhecido, já está monitorando com precisão a quantidade de energia na rede elétrica pública, a exemplo da amplitude e distorção da tensão e cortes de fornecimento de energia.

 

Angola precisa de energia limpa para sustentar desenvolvimento (20.11.2008)

(Fonte: RNA)

 

A engenheira brasileira, Viviane Coelho, afirmou quarta-feira, em Luanda, que Angola precisa de energia barata e limpa para alimentar o crescimento económico, sem prejudicar o meio ambiente.

Viviane Coelho fez esta afirmação à margem de uma palestra sobre "Crescimento Urbano e Utilização de fontes de energia limpas", inserida nas XII jornadas técnico científicas da Fundação Eduardo dos Santos (FESA).

De acordo com a palestrante, assegurar acesso a fontes de energia amplas, acessíveis, limpas e sustentáveis é, sem dúvida, um dos grandes desafios enfrentados pelo mundo moderno.

"Angola estando numa fase de reconstrução, pode enfrentar o desafio com o respaldo de longa tradição em pesquisa de energia limpa para desenvolver tecnologias de transformação que reduzam a dependência do petróleo e tragam benefícios de longo alcance", referiu.

Acrescentou que depois de assumido o desafio, o governo angolano poderá trabalhar para reforçar a segurança energética, o combate à pobreza, diminuir a poluição do ar e suas consequências.

 

Luanda já tem semáforos suportados por painéis solares (27.04.2007)

(Fonte: Multpress)

 

Os técnicos da Comissão Nacional de Viação e Ordenamento do Trânsito apresentaram quarta-feira última o plano da entrada em funcionamento de semáforos suportados por painéis solares, por formas a não desactivarem com o vai e vem da energia eléctrica na capital.

Segundo à MultiPress citando uma fonte do Comando Geral da Polícia Nacional, esta é uma das conquistas da equipa técnica que tem já em funcionamento há algum um tempo, um exemplar em Luanda.

«Já na cidade de Luanda a partir de Janeiro se começou a instalar em algumas zonas de forma experimental baterias solares para que os semáforos funcionem com energia solar. Uma das zonas em que isto acontece é aqui junto ao Museu de História Natural, junto à Universidade Católica. Aquele semáforo que está no Kinaxixe já funciona a energia solar. E uma fase experimental que depois vai se estender para as diferentes áreas da cidade de Luanda, de formas a fazer com que o polícia que na altura faz o papel de regulador do trânsito passe a fazer o papel só de fiscalizador», disse a fonte.

 

Acesso à Energia | Novos Desafios 

Fonte: Fundação EDP

 

ANGOLA: ALDEIA SOLAR DE CABIRI
No sentido de promover o desenvolvimento económico e social em Angola, o Governo angolano pretende iniciar um programa inovador no seu território nacional: a construção de Aldeias Solares. A primeira será construída em Cabiri, a 70 quilómetros de Luanda, e alojará os habitantes de duas aldeias locais, onde o acesso à energia elétrica e outros bens e serviços é atualmente muito limitado.

A Fundação EDP, em conjunto com a empresa EIH - Energia Inovação Holding, implementará, na Aldeia Solar, soluções sustentáveis de energia, satisfazendo as necessidades básicas das populações, respeitando a sua realidade social, ambiental e cultural e promovendo o seu desenvolvimento económico e social, incluindo capacitação local das comunidades. No planeamento da aldeia, a escola surge como motor do desenvolvimento comunitário, por isso é nela que se centralizarão diversas soluções de energias renováveis. A melhoria das condições de educação é essencial para promover a qualidade do ensino e aumentar as perspetivas de futuro dos jovens destas comunidades. Serão também construídas 500 habitações com acesso a energia elétrica, através de sistemas solares fotovoltaicos unifamiliares a custos mensais alinhados com os baixos rendimentos das famílias, medida que beneficiará 2.500 pessoas.

No final do projeto, a Aldeia Solar de Cabiri terá:

  • eletricidade solar para iluminação de escolas, habitações e equipamentos sociais;
  • iluminação pública solar;
  • lampiões solares para estudantes;
  • fornos solares para as famílias;
  • formação da comunidade em energia. 

O desafio passa por desenvolver e testar um novo conceito de Aldeia Solar que possa ser facilmente replicável em outras zonas do território angolano.

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